No culto de ontem, pude relembrar que a repreensão de Deus, por mais que doa, é bênção para nós. Vejamos:
“Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te. Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo. Ao vencedor, dar-lhe-ei sentar-se comigo no meu trono, assim como também eu venci e me sentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” Apocalipse 3:19-22.
Essas palavras foram ditas por Jesus, por intermédio do apóstolo João, quando ele estava preso na ilha de Patmos. Era uma mensagem à igreja de Laodiceia, mas se encaixa perfeitamente para nós nos dias de hoje, pois muitos estão “mornos” na fé, assim como esta referida igreja estava. E a mornidão, meus caros, causa náuseas em Jesus a ponto de Ele querer vomitar quem é assim. “Quem dera fosses frio ou quente!” Disse Jesus, mas mornos não! (Leiam Apocalipse 3:15 e 16).
Ainda assim, Jesus expressou amor por aquele povo e também expressa por nós. No entanto, às vezes, Ele repreende a quem ama (Ap 3:19), dando até um chacoalhão para ver se a gente acorda, se arrepende e se posiciona. Na verdade, Jesus quer que sejamos “quentes” na fé; fervorosos.
É como um pai ou uma mãe que repreende ou aplica um castigo ao seus filhos para educá-los. Eu e o meu marido fazemos isso com os nossos filhos (educar é um desafio!) e, o fazemos porque os amamos. Parece estranho, mas pais que não repreendem seus filhos, logo, não se preocupam com eles, podem reparar. Para eles, tanto faz ou tanto fez o que os filhos fazem ou deixam de fazer. Isso é muito prejudicial, vocês não imaginam o quanto! Agora, preciso confessar uma coisa... Quando vejo os meus filhinhos (que ainda são pequenos) chorando em decorrência da minha repreensão, dói muito em mim também, mas ela é indispensável, faz parte da construção do caráter deles e de seu crescimento saudável. É mais ou menos assim que Deus faz com a gente. De vez em quando, ele nos repreende, nos leva para o “deserto” e lá trata conosco! Mas uma coisa é certa, quando passamos pela repreensão do Senhor nunca mais somos os mesmos. A gente sempre amadurece e melhora.
Não sei se já contei aqui, mas já estive no deserto e posso afirmar com todas as letras que é muito difícil e dolorido. Um dia conto tudo com mais detalhes, mas por quase 2 anos e meio estive com o meu filho do meio entre a UTI e o homecare. De repente, ele ficou doente e prostrado em uma cama, dependente de aparelhos para respirar e comer. Até que, há 2 anos, o Senhor achou por bem levá-lo. Que dor, queridos, nunca mais quero passar por isso e não desejo pra ninguém, mas foi a época em que eu mais conheci o Senhor e O busquei. Coloquei a minha cara no pó, me esvaziei de mim e me enchi do Senhor! Mesmo com a morte do meu filho tão amado, aos 3 anos de idade, eu encontrei o Senhor todas as vezes que clamei e O busquei de todo o meu coração. Deus não falha, Ele é Deus presente e fiel! Deus que cura as feridas da alma. Hoje eu louvo a Deus por tudo o que passei, junto da minha família, porque se não fosse assim, talvez eu jamais teria alcançado intimidade e comunhão com o Pai. Ele tem seus propósitos. Não vivo mais sem Jesus, de jeito nenhum!
Eu não sei qual é o seu deserto, qual é a sua dificuldade, mas sei de uma coisa, se você está na presença de Deus, agarre-se nas mãos Dele e peça que Ele te ensine o que você precisa aprender. Peça que Ele te pegue no colo e o ajude a enfrentar tudo com fé e coragem. A luta vai terminar, com toda certeza! Mesmo porque esta vida que vivemos aqui é passageira. Ainda que a sua luta não passe, devemos ter a esperança da Glória, a esperança de viver com Cristo por toda a eternidade, SE com Ele caminharmos nesta vida, confessando-O como o nosso único Senhor e Salvador. Licença para fugir um pouquinho do tema do dia, preciso dizer: A nossa ÚNICA CHANCE de entramos na Glória de Deus encontra-se nesta vida que vivemos aqui, é o nosso “aqui e agora”, não teremos outra chance após a morte. Compreendem?
Enfim, não entendemos os desígnios de Deus, mas é Ele quem diz que repreende os filhos que ama, então, vamos confiar Nele, porque se Ele nos ama, Ele cuidará de nós e nos dará o melhor, mesmo que não enxerguemos nenhuma esperança no meio da prova. Deus é especialista em nos surpreender! Confie Nele sem medo!
No verso 20, Ele complementa dizendo que está à porta e bate. Estejamos atentos à voz do Senhor. Jesus é um cavalheiro de primeira! Ele não arromba a porta da nossa casa, do nosso coração (quem faz isso é o diabo). Jesus bate e quer que nós estejamos atentos e tomemos a decisão (melhor decisão de nossas vidas) de abrir a porta para que Ele entre e nos transforme.
Ao que abre a porta e, se preciso for, passa pela repreensão do Senhor e é aprovado, recebe Dele o nome de “Vencedor” e a certeza de que se sentará com Ele no seu trono. Isso é magnífico!!
Não rejeite a repreensão do Senhor! Algumas vezes sofremos por culpa exclusiva nossa (a velha lei do plantar e colher). Porém, muitas repreensões são sim do Senhor e elas são para o bem e não para o mal.
A igreja de Laodiceia estava morna, terrivelmente morna, mas Jesus se importou com ela. Ele se importa com você também porque Ele é o mesmo Jesus!
Dobre os seus joelhos e busque em Jesus Cristo aquilo que Ele quer para você! Ele te ouvirá e te instruirá. No final, haverá a saída que você precisa, a luz no fim do túnel, a solução, que, se você preferir, pode ser chamada de “sua aprovação”. Aleluia!
O deserto não é eterno para ninguém! Marche!
Outras referências bíblicas sobre a repreensão e o amor do Senhor: Provérbios 3:12 e Hebreus 12:5-6 (Separe uns minutinhos para refletir).
Deus te abençoe,
Maria Stella
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Com o meu Deus eu salto muralhas! (Salmo 18:29; 2 Samuel 22:30)
Assim como o rei Davi, certamente nós também já nos vimos cercados por algum tipo de problema na vida. São nessas horas de dor e angústia que devemos respirar fundo, reunir as nossas forças que vêm do Senhor e invocá-Lo, gritando por socorro. E não podemos ter dúvida alguma de que seremos salvos sim, quando invocarmos o Senhor com fé e confiança, mesmo que seja em meio às amargas lágrimas.
É interessante observar o quanto o salmista evidencia a sua confiança em Deus. Na ocasião, o Senhor o livrara de seus inimigos e das mãos de Saul, por isso ele estava tão grato. Mas ao mesmo tempo em que Davi agradece a Deus, ele também declara que o Senhor é, em todas as situações, a sua força, a rocha na qual ele se refugia, o seu libertador, escudo, baluarte.
E nós, também temos crido e declarado isso? Quando não temos tribulação à vista é mais fácil, porém, precisamos sustentar esta fé nos momentos em que enfrentamos o mar agitado, quando os problemas vêm ou quando o nosso mundo parece desabar. É quando precisamos clamar ao Senhor incessantemente, implorando o favor de Deus e não deixando de reconhecer e de crer que Ele é a nossa força, o nosso socorro bem presente na tribulação (salmo 46). Deus agirá e nos fará saltar muralhas gigantescas, inabaláveis aos nossos olhos. Precisamos estar certos disso e, inclusive, agradecê-Lo antes mesmo de alcançar a bênção.
Sabemos que o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe (Hebreus 12:6). E são as próprias provações, amados, que nos fazem ir ao encontro do Pai. Lá, clamaremos, entenderemos que Ele é o único invencível, receberemos a sua direção e seremos tremendamente abençoados. Depois, quando o mar se acalma e então somos aprovados, nós verdadeiramente compreendemos o poder e a verdade contida nestas palavras: “Pois contigo desbarato exércitos, com o meu Deus salto muralhas.”
Não foi só para Davi que o Senhor trabalhou. Ele é o mesmo desde sempre e trabalha para aquele que Nele espera (Isaías 64:4). Ele trabalha para mim e para você! Acredite, seja qual for o tamanho da muralha que está a sua frente, Deus fará você saltá-la.
Glórias a Ele por isso!
É interessante observar o quanto o salmista evidencia a sua confiança em Deus. Na ocasião, o Senhor o livrara de seus inimigos e das mãos de Saul, por isso ele estava tão grato. Mas ao mesmo tempo em que Davi agradece a Deus, ele também declara que o Senhor é, em todas as situações, a sua força, a rocha na qual ele se refugia, o seu libertador, escudo, baluarte.
E nós, também temos crido e declarado isso? Quando não temos tribulação à vista é mais fácil, porém, precisamos sustentar esta fé nos momentos em que enfrentamos o mar agitado, quando os problemas vêm ou quando o nosso mundo parece desabar. É quando precisamos clamar ao Senhor incessantemente, implorando o favor de Deus e não deixando de reconhecer e de crer que Ele é a nossa força, o nosso socorro bem presente na tribulação (salmo 46). Deus agirá e nos fará saltar muralhas gigantescas, inabaláveis aos nossos olhos. Precisamos estar certos disso e, inclusive, agradecê-Lo antes mesmo de alcançar a bênção.
Sabemos que o Senhor corrige a quem ama e açoita a todo filho a quem recebe (Hebreus 12:6). E são as próprias provações, amados, que nos fazem ir ao encontro do Pai. Lá, clamaremos, entenderemos que Ele é o único invencível, receberemos a sua direção e seremos tremendamente abençoados. Depois, quando o mar se acalma e então somos aprovados, nós verdadeiramente compreendemos o poder e a verdade contida nestas palavras: “Pois contigo desbarato exércitos, com o meu Deus salto muralhas.”
Não foi só para Davi que o Senhor trabalhou. Ele é o mesmo desde sempre e trabalha para aquele que Nele espera (Isaías 64:4). Ele trabalha para mim e para você! Acredite, seja qual for o tamanho da muralha que está a sua frente, Deus fará você saltá-la.
Glórias a Ele por isso!
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